Exalogic – Simulando ambiente

10Quando falamos da era Cloud, falamos em nova temática mercadológica de TI, onde tudo e todos estão andando no mesmo caminho. Hoje é possível notar a praticidade e facilidade que as grandes empresas pregão com suas novas tecnologias. Com esta tendência hoje vou falar sobre Oracle Exalogic, não especificamente o produto, mas quem já conhece apenas vou mostrar como simular este ambiente virtualizado para estudo ou curiosidade!

Para conhecer Exalogic e como funciona, segue o link do produto;

ebook 

overview

 

Para simular você precisará seguir os step abaixo;

  • Download virtual box (clickaqui)
  • Download Sun storage simulator  para recriar o storage interno (ZFS)
  • A imagem do Oracle Enterprise Linux que é aplicada em cada nó de computação na máquina Exalogic. Você pode obtê-lo de edelivery.oracle.com pesquisando a “Oracle Fusion Middleware” – “x86_64 Linux

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  • Selecione “Oracle Exalogic Elastic Cloud Software 11g Media Pack” e clique em Download para acessar toda a lista do Media Pack e baixar os dois arquivos com uma “Imagem Base para Exalogic Linux x86-64 “no título. Além disso, você pode optar por baixar as imagens do Solaris a partir do mesmo local.

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Você também pode baixar o software Weblogic Server e software Coherence a partir do mesmo link em eDelivery.

Depois de ter baixado as ferramentas acima, você pode começar a construir a “máquina”, bloco por bloco:

  •  Instalar Virtual Box

Executar o programa de instalação do VirtualBox e siga as instruções do assistente de instalação.

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  •  Importar o VBox Sun Storage

No Gerenciador de Oracle VM VirtualBox clique em “Arquivo -> Importar Appliance …” e siga o assistente Import Appliance selecionando “Sun ZFS Armazenamento 7000.ovf” que você baixou anteriormente.

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6Após a importação, a Storage deve aparecer em seu VBox:

7

Selecione a VM recém criada e clique em “Start”. Após a inicialização, configurar o básico:

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Adicione as seguintes informações;

Host Name: Qualquer nome que você quiser.

DNS Domain: “localdomain”

IPADDR: Igual da imagem

NETMASK: Igual da imagem

Router Padrão: O mesmo que o endereço IP, mas colocar 1 como o octeto final.

Servidor DNS: O mesmo que o endereço IP, mas colocar 1 como o octeto final.

Senha: O que você quiser.

Agora você pode acessar a interface da apliance com um navegador, acessando https: //: 215, geralmentehttps://192.168.56.101:215 e faça o login com “root” e a senha fornecida acima. Depois de aceitar algumas configurações padrão, você a interface de administração da storage, assim como você veria em uma máquina real Exalogic.

Diagrama de Rede

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Para se entender a estrutura, abaixo segue detalhamento de cada um;

ILOM: é um conceito onde uma porta fica disponível para acesso administrativo, mesmo que certo hardware esteja travado ou sem sistema operacional, como uma porta de diagnóstico;

  • Private InfiniBand: Um switch de alta performance e redundante para comunicação entre os componentes internos ao rack;
  • Client Acess (EoIB – Ethernet over InfiniBand): Em português seria Ethernet sobre InfiniBando, numa tradução livre, que e o tráfego de rede através do Switch InfiniBand, onde os usuários ou clientes irão acessar os recursos disponíveis no Exalogic;
  • Client Acess (Ethernet): acesso normal via rede aos recursos disponíveis no Exalogic;
  • vNIC (Virtual Network Interface Card): é a virtualização de uma interface de rede;
  • BOND ou ipmp: Este tipo de nomenclatura representa a agregação de interfaces de rede com a finalidade de aumentar a velocidade de comunicação ou criar tolerância a falhas. Este termo é muito conhecido como NIC Bonding (Netword Interface Card Bonding), algo como amarrando interfaces de rede
  • Node: Um servidor completo (memória, CPU, discos, rede, etc.), como são vários e trabalham em conjunto, são chamados de nós (do inglês Nodes);

Para montar um ambiente virtual, para fins de treinamento teremos que configurar algumas interfaces BOND no Oracle Linux para simular alta disponibilidade. O script de verificação de configuração, que vem junto com o Oracle Linux para Exalogic, verifica a existência de interfaces de rede BOND (há um artigo neste site que mostrando como criar uma interface BOND no Linux

  •  Criando interfaces BOND no Linux (Tenho um artigo sobre este mesmo assunto aqui)

Visto em Arquitetura básica, uma interface BOND serve para alta disponibilidade, pois associamos duas ou mais interfaces em uma (BOND), que irá distribuir a carga, será tolerante a falhas e até aumentar a banda, pois irá proporcionar o paralelismo.
Para criar interfaces Em servidores Linux devemos seguir os seguintes passos:

  • Crie o arquivo:

vi /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-bond0

  • Insira as seguintes linhas:

DEVICE=bond0
IPADDR=192.168.1.60
NETWORK=192.168.1.0
NETMASK=255.255.255.0
USERCTL=no
BOOTPROTO=none
ONBOOT=yes
TYPE=BOND

Os IPs acima são apenas como exemplo, devem ser da mesma família dos IP do servidor e das demais configurações que já está usando.

** Se reiniciarmos o Linux, esta interface irá ser iniciada. Note que até o momento só criamos uma interface virtual.

  • Depois de criada a interface virtual, vamos associar interfaces reais a nossa interface virtual bond0. Edite o arquivo de cada interface existente e vamos associá-las à nossa interface bond0:

vi /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

Para simular o Exalogic, configurei as seguintes interfaces net0 e eth0, então tenho os arquivos ifcfg-eth0 e ifcfg-net0.

  • Adicione o seguinte comando no final (MASTER=bond0 e SLAVE=yes). O meu arquivo ficou assim:

# Intel Corporation 82540EM Gigabit Ethernet Controller
DEVICE=eth0
BOOTPROTO=none
ONBOOT=yes
HWADDR=08:00:27:23:41:0f
TYPE=Ethernet
NETMASK=255.255.255.0
IPADDR=192.168.1.50
GATEWAY=192.168.1.1
USERCTL=no
IPV6INIT=no
PEERDNS=yes
MASTER=bond0
SLAVE=yesFaça o mesmo com as demais interfaces (deixando a bond0 como MASTER e adicionando a opção SLAVE=yes).

  • Agora será necessário informar ao Linux que a interface com o nome bond0 é uma de balanceamento. Para isto edite o seguinte arquivo:

vi /etc/modprobe.conf

  • Adicione as seguintes linhas:

alias bond0 bonding
options bond0 mode=1 miimon=100

Onde as opções de mode são:

mode=0 (Balance Round Robin)

mode=1 (Active backup)

mode=2 (Balance XOR)

mode=3 (Broadcast)

mode=4 (802.3ad)

mode=5 (Balance TLB)

mode=6 (Balance ALB)

 

  • Agora vamos carregar o módulo que “amarra” as interfaces no Linux, ele é chamado de bonding module e deve ser carregado com o seguinte comando:

modprobe bonding

  • Para testar, reinicie o Linux ou o serviço de rede

service network restart
Shutting down interface bond0: [ OK ]
Shutting down interface bond1: [ OK ]
Shutting down interface ilom: [ OK ]
Shutting down loopback interface: [ OK ]
Bringing up loopback interface: [ OK ]
Bringing up interface bond0: [ OK ]
Bringing up interface bond1: [ OK ]
Bringing up interface ilom: [ OK ]
Bringing up interface net0: [ OK ]* As mensagens acima pode variar de acordo com as interfaces configuradas no servidor.
Se tudo foi feito corretamente, então podemos verificar o funcionamento com o seguinte comando:
cat /proc/net/bonding/bond0

  • Este comando mostras as estatísticas da interface, algo similar a isto:

Bonding Mode: load balancing (round-robin)
MII Status: up
MII Polling Interval (ms): 100
Up Delay (ms): 200
Down Delay (ms): 200
Slave Interface: eth0
MII Status: up
Link Failure Count: 0
Permanent HW addr: 10:ee:25:c8:fa:00
Slave Interface: eth1
MII Status: up
Link Failure Count: 0
Permanent HW addr: 10:ee:25:c8:fa:18

Agora o seu Linux tem uma interface Virtual, com uma ou mais interfaces amarradas (bonding).

Tudo feito, tudo o que resta fazer agora é consultar o Enterprise Deployment Guide sobre como configurar os projects e shares no Storage, instalar o servidor Weblogic e configurar um domínio etc. e é claro, as otimizações específicas para Exalogic não serão aplicadas em este domínio Weblogic de treinamento.

 

Até a próxima!

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via Why Use SSSD Instead of a Direct LDAP Configuration for Applications? — Red Hat Enterprise Linux Blog

Single Root I/O Virtualization (SR-IOV) Primer — Red Hat Enterprise Linux Blog

Many IT organizations have embraced virtualization technologies to leverage well known benefits such as server consolidation, reduced costs, scalability, high utilization rates and so on. Although these benefits are great, sometimes they can cause performance issues due to the overwhelming usage of I/O. One method of reducing performance issues is to enable SR-IOV capabilities that…

via Single Root I/O Virtualization (SR-IOV) Primer — Red Hat Enterprise Linux Blog

Aplicando Recommended Solaris

download

Segue um tutorial muito simples para aplicar o recommended em solaris. Claro, que neste tutorial não vou precisar quebrar o “mirror”, apenas a forma de como se aplica.

Acesse a ILOM do servidor para executar este procedimento;

Descompacte o recommended no diretório /tmp, você vai precisar de no minimo 5G.

solaris# unzip -l 10_Recommended.zip | more
Archive: 10_Recommended.zip
Length Date Time Name
——— ———- —– —-
0 10-21-2011 13:28 10_Recommended/
4779 10-21-2011 13:19 10_Recommended/patchset.conf
55305 10-21-2011 13:19 10_Recommended/10_Recommended.README
7625 10-21-2011 13:19 10_Recommended/Copyright
15 10-21-2011 13:19 10_Recommended/installcluster
99565 10-21-2011 13:19 10_Recommended/installpatchset
0 10-21-2011 13:19 10_Recommended/patches/
0 10-06-2010 10:24 10_Recommended/patches/143643-04/
18775 09-18-2010 08:14 10_Recommended/patches/143643-04/LEGAL_LICENSE.TXT
2429 10-05-2010 23:10 10_Recommended/patches/143643-04/prepatch
247 10-05-2010 23:15 10_Recommended/patches/143643-04/patchinfo
2433 10-05-2010 23:10 10_Recommended/patches/143643-04/prebackout
:
{snip}
:
solaris#

Extraia o “passcode” do arquivo 10_Recommended.README, a chave será necessária quando for instalar o patche.

solaris# grep PASSCODE 10_Recommended.README
*************** PASSCODE **************
PASSCODE: s10patchset
solaris#

Entre no modo single user mode

solaris# shutdown -g0 -y -is

Shutdown started. Tue Jul 03 04:01:10 EST 2013

Changing to init state s – please wait
Broadcast Message from root (console) on solaris-svr Tue Jul 03 04:01:11…
THE SYSTEM solaris-svr IS BEING SHUT DOWN NOW ! ! !
Log off now or risk your files being damaged

solaris-svr# svc.startd: The system is coming down for administration. Please wait.
Oct 25 12:40:00 solaris-svr rpc.metad: Terminated
Oct 25 12:40:09 solaris-svr syslogd: going down on signal 15
svc.startd: Killing user processes: done.
Requesting System Maintenance Mode
(See /lib/svc/share/README for more information.)
SINGLE USER MODE

Root password for system maintenance (control-d to bypass):
single-user privilege assigned to /dev/console.
Entering System Maintenance Mode

Jul 03 04:06:09 su: ‘su root’ succeeded for root on /dev/console
Oracle Corporation SunOS 5.10 Generic Patch January 2005
solaris-svr# who -r
. run-level S Oct 25 12:39 S 0 3
solaris#

Execute o script do recommended que você extraiu no /tmp;

solaris# ./installcluster –s10patchset

Setup ………

Recommended OS Patchset Solaris 10 SPARC (2011.10.21)

The patch set will complete installation in this session. No intermediate
reboots are required.

Application of patches started : 2013.07.03 04:07:04

Applying 120900-04 ( 1 of 326) … skipped
Applying 121133-02 ( 2 of 326) … skipped
Applying 119254-81 ( 3 of 326) … success
:
{snip}
:
Installation of patch set complete. PLEASE REBOOT THE SYSTEM.

Install log files written :
/var/sadm/install_data/s10s_rec_patchset_short_2013.07.03_04.07.11.log
/var/sadm/install_data/s10s_rec_patchset_verbose_2013.07.03_04.07.12.log
solaris#

Efetue um reboot e verifique se tudo esta correto.

solaris# init 0
/var is a separate mount point and isn’t found under /var/run/.patch_root_loopbackmnt/
making /var/tmp under /var/run/.patch_root_loopbackmnt/
Creating boot_archive for /var/run/.patch_root_loopbackmnt
updating /var/run/.patch_root_loopbackmnt/platform/sun4u/boot_archive

solaris# svc.startd: The system is coming down. Please wait.
svc.startd: 24 system services are now being stopped.
svc.startd: The system is down.
syncing file systems… done
Program terminated
{1} ok boot -r
Resetting …
RSC Alert: Host System has Reset
Probing system devices
Probing system devices

Sun Fire 280R (2 X UltraSPARC-III) , No Keyboard
Copyright 1998-2004 Sun Microsystems, Inc. All rights reserved.
OpenBoot 4.16.4, 8192 MB memory installed, Serial #########.
Ethernet address ##:##:##:##:##:##, Host ID: ########.

Rebooting with command: boot -r
Boot device: /pci@8,600000/SUNW,qlc@4/fp@0,0/disk@w2100002037e7283f,0:a File and args: -r
SunOS Release 5.10 Version Generic_147440-04 64-bit
Copyright (c) 1983, 2011, Oracle and/or its affiliates. All rights reserved.
Hostname: solaris
Configuring devices.
:
{snip}
:
solaris console login:

Referência;

http://www.solariscommands.com/operating-system/how-to-apply-a-solaris-recommended-patch-cluster/

http://www.ucs.cam.ac.uk/support/unix-support/updates/solaris/recbundle

Como configurar Kdump!

redhat

Fala galera!!! Hoje vou mostrar como se configura o kdump em sistema operacional Linux. Neste caso vou usar o rhel!

Kdump é uma ferramenta muito potente para analise ou trobleshooting, vale lembrar que é o uma ferramenta que garente a analise em caso de suporte com o fabricante.

Segue uma explicação previa sobre o kdump;

overview kdump

Para configurar o kdump é necessário que seja verificar se os pacotes (kexec-tools e kernel-kdump) estão instalados.

rpm -qa |egrep -i “kexec-tools|kernel-kdump” , caso contrario, pode baixar pelo repositório utilizando o yum “yum install …”

Precisamos configurar os parâmetros do grub, kernel e kdump. É necessário se atentar nesse ponto, pois se esses valores não forem ajustados da forma correta o sistema não gerará um dump correto.

Alterando o grub.conf

Este ponto é onde vamos definir o valor da memória reservada para o kdump, segue regra a ser usada em rhel 5.

rawsize kdump

grub.conf

Alterando o parâmetro de kernel systcl adicionando as seguintes entradas;

sysctl.conf

Não esqueça de validar, sem necessidade de reboot “systcl -p”.

Vamos configurar o kdump, edite o arquivo /etc/kdump.conf com as seguintes configurações;

kdump.conf

Efetue um restart do servidor, inicie o serviço e adicione na runlevel 3.

Force um kernel panic para testar as conf do kdump;

kdump panic

Desta forma o sistema ira simular um panic gerando um dump da memória para /var/crash, assim como configuramos no kdump,

vmcore

Espero que ajude!!!

Removendo device do multipath Linux

redhat

Fala galera…… Hoje vou mostrar como remover devices do multipath linux!

Depois de mapear todos os discos que foram removidos do storage é necessário remover os apontamentos que foram criados e adicionados nos arquivos (/etc/multipath.conf) e (/var/lib/multipath/bindings);

[root@server ~]# vi /etc/multipath.conf (remova os mpaths que foram removidos do storage).

multipath {
wwid “12345678900987654321”
alias mpathxpto
uid 1234
gid 1234
mode 775
}

[root@server~]# vi /var/lib/multipath/bindings (remova o alias)

mpathxpto 12345678900987654321

Neste momento você precisa remover cada path do sistema e para realizar esta função é necessário executar o comando abaixo;

echo 1 > /sys/block/device-name/device/delete onde o device-name é disco xpto, por exemplo;

echo 1 > /sys/block/xpto/devices/delete

Após remoção dos discos é necessário efetuar o flush e o multipath.

[root@server~]# multipath -F

[root@server~]# multipath

Espero que ajude!

CFG2HTML

cfg2html

 

 

Galerinha do mal! bom dia. Hoje vou falar de uma ótima ferramenta para criar “snapshot” de servidor, esta ferramenta é free e podemos utilizar em versões de s.o diferentes (solaris, rehl, oracle linux, aix, windows..) Estou falando do CFG2HTML ele cria um arquivo html com todas informações do servidor, você pode até customizar e utilizar sua “url” com menu (Claro, que você precisa conhecer o básico de programação HTML><)!!

Este é endereço para você fazer download da ferramenta e pegar toda documentação:

http://www.cfg2html.com/

 

cfg2html2
Grande abraço e até mais!!